Visão Computacional: Parte 2
Hoje continuarei a série de posts sobre visão computacional, iniciada aqui.
Agora que já convertemos nossa imagem para uma matriz que a representa, podemos criar métodos que realmente tenham alguma utilidade para nós.
Começarei com métodos simples, apenas para entenderem a lógica que utilizaremos em basicamente todos os métodos criados daqui para frente.
Até o final deste post, teremos feito métodos para modificar o brilho e o contraste da imagem.
Visão Computacional: Parte 1
Nossa, a quanto tempo não escrevo para o blog. Espero não ter perdido a prática.
Escreverei uma série de posts curtos sobre visão computacional, ensinando desde operações básicas até operações mais avançadas. Resolvi começar esta série pois não existe muito material didático gratuito sobre o assunto. Bom, espero que gostem.
Começaremos com o mais básico, transformar uma imagem em algo que possamos trabalhar e modificar livremente. Existem diversas maneiras de fazer isso, sendo as mais usuais transformar a imagem em uma matriz, RGB ou em tons de cinza.
O mundo precisa que você faça o que ama
Recentemente encontrei um artigo, escrito por Jonathan Mead, chamado “The World Needs You To Do What You Love“. Achei tão interessante que vou fazer uma breve descrição das idéias principais do artigo.
Pense comigo… As maiores mudanças, as maiores revoluções, foram feitas sempre por pessoas que estavam profundamente apaixonada, sentiam grande amor pelo que faziam.
Se você estiver trabalhando com algo que considere chato, desanimador, provavelmente não irá se esforçar ao máximo. Irá chegar ao trabalho, fazer o suficiente para não ser demitido, e voltar para casa. Não irá tentar promover a mudança e, com certeza, não irá inspirar outros.
Mas se o trabalho te deixa animado, deixa você acordado a noite toda, e te preenche… você fará mais. Você vai dedicar mais tempo, mais energia, mais paixão. Porque vale a pena. Te satisfaz.
A pirâmide do sucesso
Hoje vou falar sobre a pirâmide do sucesso, um resumo da filosofia de sucesso de John Wooden, o maior técnico de basquete de todos os tempos. Todas as informações que constam nesse post foram retiradas de seu livro “Jogando Para Vencer”. Recomendo a leitura.
A pirâmide é formada por 15 blocos individuais que representam características pessoais que um líder deve ter para alcançar o sucesso. Sua disposição foi estudada e existe lógica por trás do posicionamento dos blocos.
Integração contínua
O que é?
Segundo Martin Fowler, “Integração Contínua é uma pratica de desenvolvimento de software onde os membros de um time integram seu trabalho frequentemente, geralmente cada pessoa integra pelo menos diariamente – podendo haver múltiplas integrações por dia. Cada integração é verificada por um build automatizado (incluindo testes) para detectar erros de integração o mais rápido possível. Muitos times acham que essa abordagem leva a uma significante redução nos problemas de integração e permite que um time desenvolva software coeso mais rapidamente”.
Devido ao crescimento de popularidade das metodologias ágeis, a integração contínua tornou-se importante para a comunidade de desenvolvimento de software. Ela facilita a integração, não importando o tamanho da equipe e quantas pessoas estão alterando o código ao mesmo tempo.
Programação em par
Quando ouvi falar em programação em par pela primeira vez, não conseguia entender como aquilo seria produtivo e os benefícios que trazia. Minha forma de pensar sobre o assunto mudou com o tempo, e gostaria de compartilhar o conhecimento adquirido.
O que é programação em par?
O nome já deixa explícito sobre o que consiste a programação em par. Duas pessoas criando o código para um projeto de software, em conjunto (no mesmo computador). A pessoa que está digitando é chamada de condutor e a outra de navegador.
Por que programar em par?
- Aprendizado compartilhado
Existem diversas opiniões sobre o mesmo assunto, cada um pensa de uma maneira diferente, tiveram experiências de vida diferentes. Programar em par faz essa diversidade no modo de pensar ser uma maneira de aprender mais, enxergar o problema de diversos pontos de vista.
Apresentação
Finalmente tive vergonha na cara para criar um lugar que eu possa compartilhar tudo que aprendo sobre tecnologia da informação.
Meu nome é Daniel Faria, tenho 20 anos e estou no terceiro ano do curso Sistemas de Informação, pela FIAP. Desde pequeno gosto de programar. Sou apaixonado por metodologias ágeis e programo nas seguintes linguagens: Java, C, C#, Javascript, PHP (além das recentes tentativas de aprender Ruby).
Em um primeiro momento, pretendo escrever artigos sobre metodologias ágeis, boas práticas de desenvolvimento, SEO, HTML5 e algoritmos simples.
Espero que possamos aprender juntos, pois foi com esta intenção que criei este espaço virtual.
Até o próximo artigo!


